A vida é feita de escolhas, disse o poeta. E começar matéria com poesia virou praxe. Quase regra. Quase matando a poesia. O romance disfarçado. A dor do autor. E aí vai gerar uma saudade incomensurável do passado. Do tempo em que se informava. Escrevia o que queria. Começava como bem entendia. Saudade do sonho. Do brigadeiro. Do passado recente do jornalismo. Bom mesmo são frases prontas, antigas e atuais. E aí vai uma. Tão sabia e perfeita como tantas coisas.
"Faça da sua ausência o bastante para que alguém sinta sua falta, mas não prolongue-a demais para que esse alguém não aprenda a viver sem ti".
E Boa páscoa. Tô sem saco para escrever...
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