quinta-feira, 24 de abril de 2008

O céu


O tempo fala. Com ajuda do vento. Respira e flutua sob nós. E diz tanto. Fala em segredo, de preferência. Que as cores não serão as mesmas. Mas é assim. Até onde o limite chegar. O amor sobreviver. Enfim, a vida florecer. Amo a liberdade. E aprecio quem ama. Não pode ser diferente. Inspiro confiança. Não respiro o excesso. De machismo. Da falta de argumento. Da briga sem motivos. Bom é ser feliz. Madura. Entender a vida através do meu ângulo. Da dança do artista. Passar os obstáculos. Sobreviver. Ganhando o pão. E depois o bolo, o jantar. Luto para ter a vida que quero. Triste de quem (tentar) impedir isso. Temos tanto a combater. O machismo. O ponto de vista, visto como certo. E alimentar o certo. Tentar acertar. Sempre. Voar.


A foto é premiada e, convenhamos, inspirada.

Créditos: Alexandre Gondim/DP

terça-feira, 15 de abril de 2008

Palmas

Parabéns pra você. Não por tentar me enganar. Mas pelo prazer sem limites de me fazer sorrir. E de rir meu riso e derramar meu pranto.
Parabéns pelo bolo repartido, que não houve. Pela ausência do presente e presença do carinho.
Parabéns pelo é pique-pique, que não soou na sua casa, mas no meu pensamento.
E que entre um chop e outro, eu seja a sua lembrança mais viva. Que eu seja o futuro passado e o eterno presente.
Que eu te traga as maiores alegrias, mas também as "boas" tristezas.
Enfim, o fim. Do texto. Não de uma história.
Ponto.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Tempestade

Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz.
E o tempo passou a ser protagonista do momento.
Com calma, tudo se resolve. E a claridade aumenta.
Mesmo insistindo no erro. Nos erros.
Ainda bem que tudo vale a pena.
Se não fosse Fernando Pessoa, não entenderia.
É o conforto.
A paz.
Paz!
:)

domingo, 6 de abril de 2008

hunf, hunf...

Entre uma pauta e outra, um texto. Uma lembrança. E um “tulhão” de pensamentos. Que vida é a minha? Qual a vida que quero? Nem o tempo nos conduz a uma resposta. Qual será o destino, no meio de tantos. Europa ou Zoropa? São José ou Porto? Saudade do tempo que tinha certeza de tudo. Agora, resta-me a fé. E a vontade de acertar. Aprender junto. Mesmo quando juntos seja mais complicado. Piscina, praia e sobrinho. Ostra e caldinho. Pouca cerveja, apesar da sede. E responsabilidade. De cumprir o expediente. Sem desculpas esfarrapadas. De ir de Carro, Viagem a Informática, Esportes e Polícia. Satisfação? Não sei. Dificuldades? Não!Realizações, sim. Máquina e suco em casa. Faxina duas vezes por semana. Leituras de livro agradável. Retornando a rotina da capoeira. Isso é saudade…”A VIDA SEM CAPOEIRA, APERREIA, APERREIA…NO INVERNO EU SINTO FRIO E A ALMA NÃO ME INCEDEIA…”
A falta de consenso, o excesso de orgulho;
A falta de um motivo abstrato.
E a certeza, de que falta muito. Bastante, na verdade