sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Amandita
Vale constar que “eu faço samba e amor até mais tarde. E tenho muito sono de manhã…”. E que sou uma bem-vinda companheira. Até que enfim a sexta acorda. Ou melhor, eu que acordei a sexta. Com sanduíche, doce-de-leite e amandita. Beijos e promessas. E desculpas de ator. Ainda assim sou a protagonista da novela. E só decoro o meu papel. Há um problema no “ar”. Sentir saudade é compreensível. Querer o tempo todo é questionável. E eu quero. Pior (ou melhor), posso e consigo. E amo o dia, a noite. E a madrugada. As mãos nas minhas mãos. Os pés nos meus pés. O cheiro no ouvido. E a frase mais simples e complexa. Com gosto de amandita, é claro. Finish. Preciso terminar um texto bem menos prazeroso. Crítico. E que coloca a minha garganta a preço de balcão. Depois uma reunião, a capoeira. O centro e o chopp com amigos. E com amor…termino a noite.
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Orgulhoooo
ResponderExcluirAdorei te ver. Que texto apaixonado é esse?
Só faz comer chocolate né (amandita)?
Tua vida merece um livro…xêrooo