Sabe qual a mudança na vida, com a chegada de um filho? Não são apenas sintomas físicos - cansaço, sono insuprível, fome repentina, mal-humor, etc, etc. A rotina é recheada de detalhes, inseridos pouco a pouco. Reforma na casa, orçamento com marceneiro, janela na área de serviço. Para tudo ficar perfeito. Mesmo sabendo que é impossível. Mas vale a pena antecipar. As conversas giram em torno do novo rebento, de acordo com as experiências de cada um. Da logo uma paranóia, vontade de acertare, ser um neorevolucionário. Um medo de amamentar, parir, criar. Depois vem aquela certeza: "ninguém nasce mãe, torna-se". É até ajuda, mas enquanto as coisas não acontecem tudo é apreensão.
Você estranha os estranhos. Que pegam na sua barriga, invadem sua intimidade. Ou aquela pessoa distante que deixa um recado no Orkut. Aos poucos, a metamorfose acontece. Os dias passam e você compreende que jamais será a mesma. O nome muda. As pessoas lhe identificam de outra forma: mãe, grávida, mãezinha. E não será mais Taciana, mas a "mãe de Letícia ou de Felipe".
E tudo que você programa tem que estar incluído a tal da licença maternidade. Uma palestra em novembro? Depende da data. O Natal das crianças? Não sei como será.
Enfim, se hoje já não sou a mesma, imagine depois do nascimento de Letícia/Felipe...
É melhor relaxar. Respirar. Fazer exercícios. Falar bem muito mesmo,sobre nascimento/maternidade/parto normal-cesáreo. Enquanto isso, faço medidas da nova vida. Sonho bastante. Cada sonho louco. E acordo pensando que estou sozinha. Depois toco na barriga e percebo a melhor companhia. De um pequeno ser.
Você estranha os estranhos. Que pegam na sua barriga, invadem sua intimidade. Ou aquela pessoa distante que deixa um recado no Orkut. Aos poucos, a metamorfose acontece. Os dias passam e você compreende que jamais será a mesma. O nome muda. As pessoas lhe identificam de outra forma: mãe, grávida, mãezinha. E não será mais Taciana, mas a "mãe de Letícia ou de Felipe".
E tudo que você programa tem que estar incluído a tal da licença maternidade. Uma palestra em novembro? Depende da data. O Natal das crianças? Não sei como será.
Enfim, se hoje já não sou a mesma, imagine depois do nascimento de Letícia/Felipe...
É melhor relaxar. Respirar. Fazer exercícios. Falar bem muito mesmo,sobre nascimento/maternidade/parto normal-cesáreo. Enquanto isso, faço medidas da nova vida. Sonho bastante. Cada sonho louco. E acordo pensando que estou sozinha. Depois toco na barriga e percebo a melhor companhia. De um pequeno ser.
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