Resolvi poetizar. Sem rimas, nem rumo. Da minha forma. Daquele jeito que ninguém entende. O soninho com a princesa. O pensamento no príncipe. A preocupação com a integridade e com o trabalho. A responsabilidade de ser responsável. E sem medo do dia seguinte. Nem do retorno na viagem. Apenas apreensiva com as cobranças da labuta. Tudo bem. Um filme de terror. Que nem queria. Preferi o acalento da pequena. Arrumadinho, mordi a língua. Telefonemas, mensagens, novos contatos. Vida louca, vida. Inglês, velhos planos. Viagem programada. Rumo ao compromisso. E a folia. Carnaval, perspectivas. Amigo querido chegando. Com encomendas especiais. E tudo de melhor. Indo, indo. A poesia chegou...
Chega de lutar
Contra o quê?
A vida não está boa assim?
Então para quê mudar?
De tanto quê e o quê, cansei de escolher.
Não opto, nem reluto.
Aceito as condições impostas
Apenas vivo
Finjo que decido
E no final, até que mando
Nesse destino de loucos
E de enraizados por Deus
Será que serei apenas um palco de lembranças, como diz Dr. Broum?
Nada disso.
Resolvi tomar as redéas.
Assumir meu posto
E domar meus gostos
Escolhendo minhas escolhas
Decidindo nas minhas decisões
E respirando, respirando…
Parece até que o oxigênio é escasso
Tem nada não
Aprendo a respirar o nitrogênio
Ou qualquer gás
“Vivendo e aprendendo a ganhar;
Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo;
Mas aprendendo a ganhar”
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
A (metida) poeta
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Minha prima Poetaaaaaaaaaaa! ORGULHO!!!!!! Adorei... Amei a parte do texto que diz "A responsabilidade de ser responsável." kkkkkkkkkkk Bjos, amor da minha vida!
ResponderExcluirE ainda diz que eu é quem sou o poeta. Pense numa menina brilhante. Adorei a sua poesia! Simlesmente linda!
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